18 agosto 2013

"Os capitalistas são tão capazes de auto sacrifício como de se auto erguerem pelos seus próprios atacadores." Bernard Shaw

@-“DESDE 2000, “JN” PERDEU UM TERÇO DO PÚBLICO. Desde 2000 quando dava cerca de 39,2 pontos de média anual, o “JN” já perdeu ao menos 33% de seus telespectadores. Ou seja, um em cada três brasileiros deixou de assistir ao principal telejornal da Globo. O gráfico obtido com exclusividade por Ooops!, com Ibope consolidado nos últimos anos, mostra que a queda está se acentuando nos últimos dois anos. Em 2011, a média do “JN” era de 32 pontos, caiu para 28,2 pontos no ano passado e a média parcial de 2013 já bate 26,3 pontos, a menor média histórica. O curioso é que o total de TVs ligadas não sofreu grande variação desde 2000. Ou seja, isso mostra um sinal inequívoco que o espectador continua com a TV ligada, mas está buscando outras atrações, seja o “Jornal da Record” ou as novelinhas do SBT, ou vai para a TV paga ou joga games ou ainda deixa a TV ligada em outro canal e fica conectado nas redes sociais.” Feltrin, UOL

@-Frase “Reformadora” da Sambu: ‘Sem reforma política, tudo continuará como sempre foi’. Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)

@-Tirinha de colunista: “Intrigada com a alta quantidade de rejeições de assinaturas, sem justificativa pelos cartórios paulistas – onde concentra a fundação do partido – a cúpula da Rede de Marina Silva apelou ao presidente do TRE, Alceu Navarro. Em reunião, detalhou o esforço para a criação da sigla, revela o deputado Walter Feldman, e pediu atenção dos cartórios nas justificativas. Feldman revela que a Rede faz ‘pente fino prévio com correção grande de erros que eles (cartórios) poderiam pegar; A lista vai enxuta’.  Leandro Mazzini, Correio do Brasil

@-“Querer não é poder... Sem perder o tom da serenidade, o ministro Luís Roberto Barroso realinha com objetividade o Supremo Tribunal Federal à Constituição. Diz ele:“Penso que o Congresso, diante da condenação de um parlamentar por crime grave, deveria decidir pela perda do mandato dele. E seria natural que a sociedade brasileira cobrasse isso. Mas não acho que o STF possa ou deva impor a sua vontade em uma matéria na qual existe norma expressa na Constituição dizendo que a decisão é do Congresso. Viver em um Estado de Direito significa fazer tudo o que eu posso, e não tudo o que eu quero”. Barroso botou o pé no freio da judicialização da política.” Mauricio Dias, Carta Capital

@-“A nova pesquisa BrVox realizada entre os dias 13 e 14 de agosto, ouvindo 700 pessoas em 120 bairros de Teresina , vilas e povoados da capital, também quis saber como o eleitorado votaria hoje com os pré-candidatos já colocados para presidência da República. De acordo com o levantamento, a atual presidente, como pré-candidata a reeleição, Dilma Roussef (PT) estaria disparada na frente com 50,57% das intenções de votos. Mais atrás Marina Silva (sem partido) com 15,57%. Em terceiro lugar o senador Aécio Neves (PSDB) com 7,86% das intenções de votos. Em quarto e último o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) com 2,14%.” 180 Graus

@-Charge do Bessinha


@-Tirinha de Colunista: “O desabrigado. José Serra vagueia em busca de um partido para disputar a eleição presidencial de 2014. Já foi descartado por PV, PSD, e teve a porta do PTB trancada para ele. Embora licenciado da presidência do partido, Roberto Jefferson descartou a conversa com Serra e teria dito ao senador Aécio Neves e ao governador Eduardo Campos que o tucano paulista não cumpriu “os acordos de 2010”. Segundo Jefferson o partido tende a apoiar Dilma. Desalojado no PSDB, ele até agora conta apenas com o casebre (PPS) de Roberto Freire.” Mauricio Dias, CartaCapital

@-“ANSIEDADE TUCANA E ESCOLHAS DO FUTURO. Quando o PNUD lançou o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, mostrando a queda da desigualdade entre municípios e regiões brasileiras, o tucano Fernando Henrique Cardoso apressou-se em postar no Facebbok uma  interpretação ansiosa dos fatos: o PSDB fizera mais contra a desigualdade do que o PT. Novas tabulações do Ipea, divulgadas pelo ‘Estadão', neste domingo, acrescentam dados que ajudam a entender as forças que agiram, de fato, para o resultado evidenciado na publicação do PNUD. No ciclo de governos  do PT, quatro em cada cinco municípios brasileiros (80% do total), viram diminuir a desigualdade de renda entre seus habitantes, diz o Ipea. Na década tucana, ao contrário, a desigualdade aumentou em 58% das cidades  brasileiras .Entender a lógica dominante nos anos 90, e o seu custo,  ajuda a clarear as escolhas do novo ciclo que se avizinha. Não se trata de pinimba ideológica: a memória é um pedaço do futuro”. Carta Maior

@-Frase “Imprensa” da Sambu: “Como sonhar em se ter jornalismo técnico em uma mídia que, nos últimos anos, produziu o "consultor" Ruben Quícoli, a ficha falsa de Dilma, o dossiê falso da Agência Nacional de Petróleo, os dólares cubanos em garrafas de rum, o financiamento das FARCs aos partidos políticos brasileiros, o "caraca! 200 mil dólares"? E que nos anos 90 produziu a Escola Base, o Bar Bodega? E, depois disso, a riqueza de Lula, o apartamento de FHC em Paris, o escândalo da tapioca e deu guarida a todos os dossiês de Serra? Pó para, colega (lembram)!” Luis Nassif, jornalista

@-Só para constar:


@-Frase ‘Imbecil” da Sambu: "Somos ricos, somos cultos. Fora os imbecis corruptos". Grito de guerra dos médico (Médicos?) que protestava ontem na frente do Ministério da Saúde

@-“QUAL UNIVERSIDADE PARA O BRASIL AVANÇAR?
Os fatos caminham à frente das ideias. Mas as ideias são indispensáveis para ajudar os fatos com a força dos argumentos, adicionando-lhes um sentido e uma extensão que às vezes escapam aos seus próprios  protagonistas. Os fatos de junho sacudiram um certo entorpecimento das ideias no país, acomodadas depois de 12 anos de governos  progressistas. E  isso diz respeito não só aos partidos, mas também  à universidade pública, de cuja arguição e descortino o desenvolvimento  não pode prescindir  para ir além da lógica incremental  gotejada pelo mercado. Faz parte da luta por mais democracia exerce-la.  Carta Maior, iniciou, a partir de São Paulo (leia o relato de Maria Inês Nassif; nesta pág), uma maratona nacional de debates com a comunidade acadêmica,  cujo propósito é ir além da indignação com a servidão alheia. Trata-se de restituir à universidade pública, o papel de dilatar a fronteira do discernimento, e romper interditos, para destravar  um novo salto da democracia social entre nós.” Carta Maior

@-“METRÔ SP: O CARTEL PLANEJA A  SOCIEDADE A coisa goteja de forma dolorosa no noticiário conservador, que resiste em expelir o que sabe como quem guarda uma pedra no rim. Machuca mais segurar ou botar para fora? A Siemens, uma das grandes fornecedoras de equipamentos ao metrô de São Paulo, já decidiu. E contou  tudo, ou quase tudo, sobre a pré-definição ilegal de cotas e preços entre ‘concorrentes' das licitações tucanas. A acomodação desse condomínio de interesses lesou o cofre público do Estado com um sobrepreço ora aventado em 30%. Durante década e meia. Uma das perguntas que afligem o sistema renal do colunismo da indignação seletiva é: uma lambança dessa ordem, assentada no aconchego de três governos sucessivos do PSDB -Covas, Serra e Alckmin,  teria prosperado, por tanto tempo, sem a parceria orgânica de altos escalões? A ver o empenho investigativo da artilharia que sempre atuou a plenos pulmões em ocasiões em que o seu alvo eram reputações progressistas. Duas ou três coisas precisam ser ditas enquanto isso. Elas remetem ao núcleo duro desse enredo: a união estável entre cartel e política em nosso tempo. O cartel usado e abusado sob as asas do PSDB é a forma hegemônica de planejamento no mundo atual. Uma modalidade de ‘intervencionismo' às avessas. Mas não tão original assim. E esse é o ponto a reter da grande fraude por trás das outras  menores, como essa do assalto ao metrô em São Paulo. Ao PSDB conceda-se o mérito da coerência: o Estado mínimo, que tem no partido um centurião canino, é o regaço histórico dessa modalidade de planejamento do capital contra a sociedade. Ou da sociedade para servir ao capital.” Carta Maior  

@-Última: charge do Bessinha

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