20 julho 2013

A Injúria tem Sempre que ter Troco na mesma Medida. Os homens envergonham-se não das injúrias que fazem, mas das que recebem. Mas para se conseguir que os injuriadores sintam vergonha não há outro meio senão pagar-lhes na mesma moeda.”Giacomo Leopardi

@-Frase “Certeza” as Sambu: “A população mais pobre pode ter certeza – o meu governo jamais negociará redução de gasto social. [...] O povo na rua não pediu redução de gasto social e eu não farei. Cortar Bolsa Família, jamais!” Dilma Rousseff

@-Agora é cinza I
Pesquisa fechada na quarta-feira 17 indica que a avaliação do governo Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro, fica perto dos 60% nos itens “ruim e péssimo”. Os números serão divulgados oficialmente. A avaliação sucede à sequência de episódios negativos, como o uso do helicóptero oficial para a família, a empregada, além do famoso cachorro de estimação “Juquinha”, levados a descansos semanais na paradisíaca Mangaratiba (RJ).
Agora é cinza II
Juntamente com Cabral vai para o ralo a já fragilizada candidatura de Luiz Fernando Pezão (PMDB), aposta do governador para o governo do estado. Embora ande escondido diante das manifestações de rua, vira cinza também o prestígio de José Mariano Beltrame, secretário de Segurança, famoso por comandar militarmente a reconquista de favelas cariocas ocupadas por traficantes. Não há recuperação política para eles. Nem mesmo com a bênção papal.” Mauricio Dias, CartaCapital

@-Frase “Social” da Sambu: “… não há hipótese” de se fazer qualquer redução em gasto social, citando os programas Bolsa Família, Água para Todos e Luz para Todos.” Dilma Rousseff

@-“O PATRICIADO E A PLEBE Elio Gáspari,  Eugenio Bucci e Merval Pereira manifestaram-se recentemente  contrários à proposta de plebiscito formulada pelo governo Dilma. Para eles, a iniciativa de reformar a estrutura política do país não guarda qualquer aderência com as inquietações recentes expressas nas ruas. Alckmin, Aécio, Ronaldo Caiado, Serra e Gilmar Mendes, entre outros, pensam assim também. A palavra plebiscito costuma provocar urticária na sensível epiderme conservadora por conta do recorte político claramente embutido em sua etimologia. A história da palavra marca o encontro de dois termos latinos (plebs e scitum) que podem ser traduzidos como o ‘decreto da plebe', a ordenação social definida por ela, digamos assim. Outro entendimento deriva da  junção do latim, plebs scit .  E, neste caso, a colisão com a visão histórica do patriciado de todas as épocas é ainda mais inflamável: ‘a plebe sabe', dardeja a etimologia. Os centuriões da ordem, de todas as ordens, se arrepiam: se a plebe, o estamento intermediário na Roma antiga, sabe, em breve  os escravos evocarão também esse direito. A questão crucial em todas as travessias de ciclo histórico é a reforma do poder: 'quem sabe' definir melhor o passo seguinte da sociedade. Elio Gáspari, nos anos 80, acreditava que quem sabia era o coronel  Heitor Ferreira de Aquino. O porta-recados da ditadura, e secretário do general Golbery (segundo na hierarquia da ditadura Geisel), despachava regularmente com o então diretor-adjunto da revista 'Veja'. Não raro, na véspera do fechamento, a voz da secretária  ecoava pressurosa  pelos corredores da semanal dos Civitas: ‘Eeeliiiooo, o Heitor, o Heitor!  E lá ia o atual crítico do plebiscito beber  direto na fonte de quem sabia, na sua concepção de sabedoria. Heitor, uma espécie de faz-tudo de Golbery, de fato sabia. Muito. Um lado da história. Mas não toda ela. Sobretudo, não sabia o lado da rua. O da plebe que a seus olhos, a exemplo do patriciado atual,  estava alheia às questões do poder e da estrutura política. Até que em 1983 surgiu o ‘Diretas Já!' e , em 1988, uma Constituinte esticou o perímetro da cidadania a limites até hoje não digeridos pelo patriciado que, pelo visto, rechaça viver a experiência novamente.”  Carta Maior

@-Frase “Social” da Sambu: “A população mais pobre pode ter certeza – o meu governo jamais negociará redução de gasto social. [...] O povo na rua não pediu redução de gasto social e eu não farei. Cortar Bolsa Família, jamais!” Dilma Rousseff

@-Frase “Governo” da Sambu: “… não há hipótese” de se fazer qualquer redução em gasto social, citando os programas Bolsa Família, Água para Todos e Luz para Todos.” Dilma Rousseff

@-Penúltima: charge do Bessinha


@-Frase “Rolando na NET” da Sambu: “A Rede Globo vai ter que explicar tudo, plim plim por plim plim!”

@-“DILMA: A RUA NÃO PEDIU A VOLTA AOS ANOS 90
"Quando nós promovemos a ascensão social - e hoje estamos perto de eliminar a pobreza extrema - sabíamos que isso era só o começo para maiores exigências. Quando criamos um grande contingente de cidadãos com melhores condições de vida e com maior acesso à informação, vimos surgir um cidadão com novas vontades, anseios, desejos, exigências e demandas. Ninguém, neste último mês de várias manifestações, pediu a volta ao passado. Pediram, sim, o avanço para um futuro com mais direitos e mais democracia. Exigiram avanços, e tudo o que ocorreu, floresceu justamente em meio a um processo de mudança que estamos fazendo no Brasil há uma década; entre 2003 e 2013 ocorreu a maior redução da desigualdade dos últimos 50 anos; foi nesta década que criamos um sistema de proteção social que vai nos permitir praticamente superar a extrema pobreza. Em um mundo que desemprega, criamos quase 20 milhões de empregos com carteira assinada. Fizemos nestes dez anos o mais urgente e necessário; agora fomos cobrados a fazer mais. Queremos e devemos fazer mais'.  (Presidenta Dilma Rousseff, na reunião dos '10 Anos do Conselhão; nesta 4ª feira. Acesse o ícone nesta pág. e acompanhe a íntegra do Seminário Sobre Desenvolvimento do CDES)P  Carta Maior

@-Leonardo Boff

@-“Moção de Repúdio à espionagem norte-americana – Como vota Sua Excelência? Dos partidos maiores, votaram unânimes pela Moção o PCdoB (11 votos), PDT (24 votos), PT (70 votos), PPS (9 votos), PRB (9 votos) e PV (8 votos). Foram acompanhados pelo voto uniforme de partidos menores como PEN (2 votos), PHS (1), PSL (1), Psol (2), PTdoB (2) e o voto do catarinense Jorge Boeira (sem partido). Votaram contra: DEM (16 dos 20 votos), PMDB (11 contra e uma abstenção, de um total de 64 votos), PMN (2 contra em 3 votos), PP (17 contra em 24 votos), PR (4 contra e uma abstenção, em 24 votos), PRP (um contra e um a favor), PSB (2 contra e uma abstenção, em 21 votos), PSC (8 contra em 10 votos), PSD (20 contra em 32 votos), PSDB (3 contra e 10 abstenções) e PTB (2 contra em 13 votos).” Revista Fórum

@-Frase “O barrulho” da Sambu: “Os números reais, analisados com isenção, mostram que é incorreto falar em descontrole da inflação ou das despesas do governo. É desrespeito aos dados e à lógica – para dizer no mínimo. A informação parcial, como muitas vezes é explorada, confunde a opinião pública e visa criar um ambiente de pessimismo que não interessa à nenhum de nós [...]. O barulho tem sido muito maior que o fato.” Dilma Rousseff

@-Tirinha de Colunista: “20 PROJETOS EM 27 ANOS JOSÉ AGRIPINO CARECEU DE IDEIAS EM 15 DOS 27 ANOS DE MANDATO. Líder do Democratas no Senado, José Agripino Maia (RN) apresentou apenas 20 projetos desde que tomou posse no primeiro mandato de senador, em 1987. Somados, foram 15 anos sem propor projetos, em seus 27 anos de Senado. Agripino atribui a assustadora média de 0,7 projeto por ano ao acúmulo das atividades como líder do partido, mas garante que apesar disso, seus projetos “são de qualidade”. Coluna do Cláudio Humberto.

@-Tirinha de Colunista: “De quem é Temer? Ao indicar Michel Temer para a Vice-Presidência em aliança com o PT, o PMDB esperava ter um representante do partido no segundo maior posto da administração. Dilma, ao contrário, contava ter um representante do governo no segundo maior partido do Congresso. Não deu uma coisa nem outra. Temer não tem força no governo e perdeu a que tinha como presidente do PMDB. Quem manda hoje é o deputado Eduardo Cunha, líder do partido, cuja folha de serviços dispensa apresentação.” Mauricio Dias, CartaCapital

@-Última: charge do Bessinha

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