18 dezembro 2012

"Um jornal é um instrumento incapaz de discernir entre uma queda de bicicleta e o colapso da civilização." Bernard Shaw


@-Frase “De um Jornalsita” da Sambu: “Nem precisava dizer isso para quem acompanha meu trabalho há quase 50 anos, mas para os que estão chegando agora é bom repetir: meu lado é o do Lula, do PT e o da maioria do povo brasileiro, que venceu 500 anos de opressão e hoje vive num país melhor e mais justo.” Ricardo Kotscho, jornalista

@-“Comandante da Força Sindical, uma das maiores centrais do país, o deputado Paulinho (PDT-SP) revela que a entidade está ajudando a coletar assinaturas para, pelo menos, quatro novos partidos. Citou a criação recente do PROS – Partido Republicano da Ordem Social, e confirmou que vem aí o PS – Partido da Solidariedade, entre outros. Na mira dos neodirigentes está o fundo partidário, naco de verba pública de direito constitucional, e tempo de TV e rádio em campanha. Este ano, nasceram PEN – Partido Ecológico Nacional e PSD – que se tornou o terceiro maior do país.” Leandro Mazzini, Coluna Esplanada

@-Tirinha de Saite: “DESORDEM NEOLIBERAL: A MÍDIA É PARTE DA CRISE. Até que ponto o monopólio midiático é responsável pelo 'consenso' que jogou o mundo na pior crise do capitalismo desde  1929? A pergunta não é retórica, tampouco a resposta é desprovida de consequências políticas práticas. Imediatas, urgentes, imperativas. Trata-se, por exemplo, de saber em que medida a formação do discernimento social, condicionado por esférica máquina de difusão de certos interesses, dificulta a própria  busca de soluções. Mais que isso. Se esse poder blindado  que se avoca imune à regulação -- como se constata em tintas fortes hoje na Argentina, mas não só--  tornou-se um dos constrangimentos paralisantes da crise, um difusor de seus impasses e confrontos, como democratizá-lo?  Que riscos incorrem governantes progressistas que ainda acreditam ser possível restringir e vencer o embate contra a desordem neoliberal no plano exclusivamente econômico? É disso que trata  o Especial de Carta Maior  (leias as reportagens e análises nesta pág.)  que emoldura o histórico  '7 D'  argentino com a  amplitude e premência que o tema encerra em nossos dias e em todas as latitudes.”

@-Frase “Cabal” da Sambu: “Quando político é denunciado, a cara dele sai noite e dia nos jornais. Vocês já viram banqueiro nos jornais? São eles que pagam as publicidades da mídia”. Lula

@-“O fantástico nível do jornalismo atual: Lula e Dilma Rousseff são convidados pelo Partido Socialista francês para ajudar na definição de novos programas contra a crise europeia. O modelo brasileiro sendo analisado pela nata do PS europeu. E o que o padrão de jornalismo atual define como tema relevante? Indagar de Lula sobre... Marcos Valério. Dá um desânimo danado pensar que esse nível atual possa ser irreversível. Por décadas essas matérias e seus autores serão objeto de análises de faculdades de jornalismo, especialistas, que tentarão desvendar o mistério: como se conseguiu degradar tanto o jornalismo?” Luis Nassif

@- A liberdade de imprensa é a condição básica para a liberdade de expressão, mas quando esta liberdade esta construída em cima de monopólios midiáticos a liberdade de expressão não existe, o pensamento único dos monopólios destrói a liberdade de expressão, esmaga a pluralidade, monopólio e pensamento único arrasam a democracia! 

@-Penúltima: charge do Bessinha

@-Presidente Dilma Rousseff:  "A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem, dizia Oscar Niemeyer, o grande brasileiro que perdemos hoje. E poucos sonharam tão intensamente e fizeram tantas coisas acontecer como ele. A sua história não cabe nas pranchetas. Niemeyer foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitetura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva. Da sinuosidade da curva, Niemeyer desenhou casas, palácios e cidades. Das injustiças do mundo, ele sonhou uma sociedade igualitária. Minha posição diante do mundo é de invariável revolta, dizia Niemeyer. Uma revolta que inspira a todos que o conheceram. Carioca, Niemeyer foi, com Lúcio Costa, o autor intelectual de Brasília, a capital que mudou o eixo do Brasil para o interior. Nacionalista, tornou-se o mais cosmopolita dos brasileiros, com projetos presentes por todo o país, nos Estados Unidos, França, Alemanha, Argélia, Itália e Israel, entre outros países. Autodeclarado pessimista, era um símbolo da esperança. O Brasil perdeu hoje um dos seus gênios. É dia de chorar sua morte. É dia de saudar sua vida."

@-É a economia estúpido! A candidatura do Governador Eduardo Campos só se concretizara caso a economia no segundo semestre de 2013 mostrar fraqueza, caso contrario: 2018 com apoio de Lula/PT.

@-O “mensalão tucano” se move. O Inquérito 3530, também chamado de “mensalão tucano”, recebeu um empurrão. Poucos dias antes de tomar posse na presidência do STF, o ministro Joaquim Barbosa, na qualidade de relator do inquérito, deu prazo de 40 dias para que os juízes de Belo Horizonte encerrem a  audiência das testemunhas arroladas e remetam tudo ao gabinete dele. Está em andamento a avaliação da inclusão da Lista de Furnas no inquérito. É o documento que os políticos mais temem.” Carta Capital

@-O futuro de Lula I
É muito mais que uma declaração distraída de João Santana, à Folha de S.Paulo de que Lula seria o melhor candidato ao governo de São Paulo, em 2014. Ele criou um fantasma para perturbar os sonhos da oposição. Essa estrada que ele aponta foi aberta pelo paulista Rodrigues Alves. Após presidir o País (1902- -1906), voltou pela segunda vez ao governo estadual (1912). Bem, o fato é que Rodrigues Alves cumpriu o tempo no governo paulista e disputou e ganhou de novo a Presidência da República.
O futuro de Lula II
Santana, experiente jornalista de política e competente profissional do marketing, já prevê a reeleição de Dilma em 2014. Além disso, projeta a possibilidade de Fernando Haddad disputar a Presidência em 2022, se fizer uma boa administração na prefeitura paulistana.
Ele saltou, no entanto, a disputa presidencial de 2018. Teria esquecido?” Mauricio Dias, Carta Capital

@-O presidente do PSB ressaltou, ainda, algumas ações promovidas por Lula que teriam mudado situações que, de outra forma, seriam varridas para debaixo do tapete. "Ele, como um líder popular, viveu momentos difíceis na história, na ocasião em que faltava democracia ao País. Depois, chegou à Presidência da República e teve o equilíbrio de garantir um rumo seguro para a economia brasileira, ganhou prestígio, inclusive no exterior. Além disso, legou independência à Polícia Federal, como se vê até hoje, nomeou 8 ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiram com isenção sobre um episódio que, no passado, jamais seria objeto de julgamento no Supremo. E estamos vendo um Ministério Público que não engaveta mais e que denuncia. Este é o legado que eu vejo do presidente Lula”, declarou Eduardo Campos” Agência Estado.

@-Última: charge do Bessinha

Nenhum comentário: