27 dezembro 2011

“Um jornal é um instrumento incapaz de discernir entre uma queda de bicicleta e o colapso da civilização." Shaw Bernard

@-Oposição raivosa e mídia amiga histérica lembram: Janio Quadros e Fernando Collor. Ambos foram para o brejo político!


@-30º partido brasileiro! Mário Felipe, vice-presidente nacional do Partido Ecológico Nacional (PEN), aguarda para o início de 2012 a homologação do trigésimo partido político no Brasil. O processo de registro do PEN se encontra sob a análise na Procuradora Geral Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral e o resultado é aguardado para janeiro. DCI

@-“O vice Michel Temer mandou um recado para a cúpula do PMDB: “Não esperem nada da reforma.” Isso quer dizer que o PMDB não perderá nada e, principalmente, que ele não ganhará qualquer sonhado ministério de maior importância. Aconselhada por líderes aliados, a tendência da presidente Dilma é mexer o mínimo possível. Quer sua base política satisfeita para disputar e ganhar o maior número de prefeituras e de capitais nas eleições de 2012. É o Projeto Reeleição.” Ilimar Franco, O Globo

@-Guerra, presidente nacional do PSDB, disse há pouco a este blog que na próxima semana seu partido entrará com ações na Justiça contra o jornaista Amaury Ribeiro Jr., autor do livro "A Privataria Tucana", e o editor Luiz Fernando Emediaro, dono da Geração Editorial e responsável pela publicação do ivro.  "Vamos para cima deles. O livro está repleto de mentiras", explica Sérgio.” Folha.com

@-Dilma Rousseff  terá quinze dias de descanso para retomar a “Reforma Ministerial” e o já manjado embate com o PMDB, o dito quer mais Ministérios. Novidade!

@-O Brasil conquistou o posto de sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, de acordo com pesquisa publicada pelos principais jornais britânicos nesta segunda-feira. É a primeira vez que o país fica atrás de uma nação sul-americana, de acordo com informações divulgadas pelo “Daily Mail”.

@-“A Privataria Tucana, a Opera Magna do “brilhante” Daniel Dantas,  é a mãe de todos os malfeitos. A consultoria  do  Palocci, as ONGs do Orlando, o duplo-emprego do Lupi -  isso tudo é brincadeira de criança diante da maior roubalheira numa privatização latino-americana. A obra do Amaury e seu sucedâneo político, a CPI da Privataria , são a bomba do Riocentro lancada ao colo do Governo. Se o Governo escala o coronel Job Sant’Ana para desarmar a bomba, babau. O Merval faz melhor. A bomba do Riocentro explodiu a farsa da abertura segundo o figurino dos militares. O Figueiredo prendia, abria e arrebentava e se acumpliciava aos terroristas do Riocentro, aqueles que queriam  explodir  o Chico Buarque com tudo dentro. O Marco Maia não é o Marco Maia. Marco Maia é o Governo Lula/Dilma. Se a CPI do FHC/Dantas/Cerra – é disso que se trata – não sair, babau. Todos os malfeitos prosperarão – mesmo os dos” pés de chinelo “, para usar expressão da comunidade que o delegado Itagiba frequentava. Não adianta falar grosso com o Lupi e fininho com o Dantas.” Paulo Henrique Amorim

@-Tirinha de Colunista: “O que é isso, companheiros? Em meio à eleição do ano passado, quando o sigilo fiscal de Verônica Serra foi quebrado por suposta encomenda do jornalista Amaury Ribeiro Jr., o problema a separar José Serra de Aécio Neves deixou de ser político e passou a ser pessoal. Serra concluiu de uma vez por todas que Amaury estava de fato a serviço de Aécio. Em seu livro “A Privataria Tucana”, Amaury confessa que espionou o esquema de espionagem de Serra a pedido do jornal Estado de Minas, onde trabalhava. Por sua vez, o jornal atendia a um pedido de Aécio, então governador do Estado. Serra acalenta o sonho de ser candidato a presidente pela terceira vez. Aposta no fracasso do governo de Dilma. Se não der, porém, tudo fará para que Aécio, uma vez candidato do PSDB a presidente, não se eleja de jeito nenhum. É o troco. O PT agradece.” Ricardo Noblat, Blog do Noblat

@-Penúltima: charge do Bessinha

@-“O Brasil aumentou de forma significativa na última década sua capacidade de atrair investimentos produtivos de empresas estrangeiras. O país deverá receber mais de 5% do total de novos recursos aplicados por multinacionais em todo o mundo, de acordo com projeções da Sobeet (Sociedade Brasileira de Estudos e Empresas Transnacionais). É pouco perto dos mais de 17% que serão destinados à China. Mas é o dobro do que o Brasil conseguiu atrair na década passada, em média. O bom desempenho da economia brasileira em meio à crise que afeta o mundo desde 2008 ajuda a explicar o salto no valor dos investimentos estrangeiros destinados ao país.” Folha.com

@-“Em 2011, o crescimento da banda larga móvel no Brasil foi significante, quando comparado com o ano anterior. Em relação a 2010, o salto foi de 130%, segundo dados da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações). Cerca de 19,4 milhões de pessoas aderiram ao serviço este ano. Destes usuários, 7,6 milhões acessam 3G via modem e 31,3 milhões por celular. O aumento das redes e os preços mais baixos do smartphones são fatores contribuintes.” adNEWS 

@-“Volume financeiro negociado na bolsa brasileira em 2011 é o maior já registrado na história. O volume financeiro de negociações da Bovespa no mercado a vista atingiu R$ 1,397 trilhão em 2011 - até o dia 23 de dezembro -, conforme levantamento da consultoria Economatica. No ano passado, a bolsa brasileira movimentou R$ 1,394 trilhão. Já análise em dólares mostra que o volume financeiro de 2011 é o maior da história, com US$ 839,3 bilhões, contra US$ 793,5 bilhões verificados em 2010.” Brasil Econômico

@-“Favorecidas pela crise global, as empresas brasileiras não só estão se internacionalizando, mas também começaram a avançar sobre as estrangeiras no País. Estudo inédito feito pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet) revela que as companhias brasileiras desembolsaram US$ 27,5 bilhões desde 2008 até novembro deste ano para comprar ativos de empresas estrangeiras no Brasil. A cifra é um pouco menor do que a que foi gasta com a internacionalização das companhias brasileiras no mesmo período para comprar ativos no exterior (US$ 32,6 bilhões). No entanto, o resultado é importante porque sinaliza uma nova tendência, de acordo com o estudo feito com base em 850 fusões e aquisições. Os negócios envolveram empresas brasileiras como compradoras, vendedoras ou alvo. Neste último caso, o Brasil não é nem comprador nem vendedor, mas sedia o ativo que é objeto da negociação. "O resultado foi surpreendente. Superou o que eu imaginava", afirma o vice-presidente da Sobeet, Reynaldo Passanezi, economista responsável pelo estudo. Ele observa que, anteriormente, o que se via apenas era o movimento de internacionalização das multinacionais brasileiras.” Estadão.com.br

@-Última: charge do Bessinha

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